EM BUSCA DA FELICIDADES

A psicóloga Sonja Lyubomirsky, professora universitária americana, líder nos estudos de PSICOLOGIA POSITIVA, autora de vários títulos, compara, em seu livro "The How of Happiness",  ser feliz com aprender a tocar violino ou a se tornar um astro do futebol. Importante lembrar que felicidade não é chuva, que cai do céu. É preciso praticar essa felicidade para que ela seja cada vez mais intensa. Reprogramar os próprios hábitos é fundamental para conquistar uma vida mais saudável e satisfatória.

 

Não há receitas, mas existem algumas dicas nessa linha de raciocínio:

 

1º. GRATIDÃO

Antes de dormir, visualize momentos pelos quais você sinta gratidão e os agradeça em pensamento (se envolver pessoas, quando possível, faça-o pessoalmente também).  

Aqueles que praticam esse exercício regularmente tendem a ser mais felizes. 

Passe um filme, na sua mente,  com pessoas boas em ação e as características especiais que as fazem se destacar. Visualize cada situação em forma de filme acontecendo...

 

2º. SONO

Procure dormir em torno de 8 horas por noite por uma semana ou sempre que possível. 

O aumento do sono diminui a depressão e aumenta a atitude positiva. 

Durma para não entrar em depressão ao invés de entrar em depressão para sofrer, isolar-se e passar o dia dormindo, sem ânimo e sem vida.

 

3º. RELAXAMENTO

Dedique pelo menos 10 minutos por dia para uma reflexão, uma oração, uma meditação, uma música suave, um áudio dos sons da natureza ou outras práticas que lhe tragam paz. 

Há muitos vídeos de relaxamento no YouTube.

 

4º. CONVIVÊNCIA 

Saúde e a felicidade estão associadas a relacionamentos interpessoais e conexões sociais. Dedique parte do seu tempo para estar com amigos, família, pessoas de energia boa e que fazem bem. Isso ajuda bastante. "Riqueza", conforme pesquisas de Sonja e de outros estudiosos, não é o dinheiro que se adquire ou que se pretende ter, mas o modo como se valoram (do verbo valorar) as pessoas, a vida e o tempo que se têm. Sacrificar tempo para trabalhar mais, estudar ou exercer qualquer prática que ultrapasse limites, pensando no dinheiro que ganhará,  pode não ser um bom comportamento, mas "boicote" de felicidade, e trazer feridas para você, para a relação e para o outro. Melhor distribuir, com equilíbrio, a quantidade de tempo e o aproveitar para "viver". Isso não pressupõe abdicar metas, apenas pôr a felicidade como meta principal.

 

5º. CALOR HUMANO

Estabeleça mais conexões no mundo real que em redes sociais, ou seja, não se deixe enganar pelas sensações de satisfação oferecidas pelas redes sociais e pelo mundo da tecnologia.  

Pesquisas mostram que as pessoas que mais usam redes, como o Instagram, por exemplo, tendem a ser menos felizes do que aquelas que as usam menos. As redes sociais e o uso exagerado das tecnologias não estão  tornando pessoas tão felizes quanto pensam. A tecnologia, ao mesmo tempo que ultrapassa os limites do mundo, aprisiona você. Funciona, em alguns casos, como sinais de que se está  em busca de algo que preencha vazios,  carências ou que, de certo modo, alimente desejos frustrados. O grau e a profundidade da interação nessas plataformas não suprem a necessidade de sociabilidade, além de consumirem tempo que poderia ser mais bem empregado com outras atividades que produzam felicidade no plano do real.

 

São dicas simples que poderão melhorar vidas. 

 

MEU PRESENTE PARA VOCÊ:

 

Feche os olhos  por um tempinho e...

1. Imagine uma nuvem do céu, da cor e do tamanho que você quiser. Veja nelas a imagem de pessoas que fazem você feliz.

2. Pense agora que essa nuvem é mágica e vai se transformar em pó de energia positiva. 

3. Agora mentalize esse pó vindo em sua direção e envolvendo seu ser com muita paz e todas as virtudes das pessoas em quem você pensou.

4. Mergulhe nessa sensação boa pelo tempo que julgar necessário. 

5. Repita esse exercício sempre que quiser. 

 

Com carinho,

Walmir Neto

Leitura complementar em inglês: CLIQUE AQUI

 

 

Graduado em Letras.

Mestre em Psicologia da Educação.

Professor de Língua Portuguesa do Objetivo Concursos

AUTOR

Professor Universitário, de ENEM e de Concursos Públicos.

 

 

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Najaro Oliveira